A ideia é responder à pergunta “como é a experiência de estar fora do Brasil”, mostrando que, no nosso caso específico, viver em Portugal é “a maneira mais perto de estar longe”. É tudo muito “familiar”. É importante dar crédito para o pessoal que me ajudou aqui, como é o caso do Rafael Pitanguy (redator), do Marcelo Melo e do Marco Martins (ambos diretores de arte), entre outros, que além de participar da produção ainda curtiram uma de atores, no filme, ou pelo menos tentaram fazer algo do gênero. Fiz as contas, há uns dias, e me assustei ao perceber que, no total, estou há 11 anos fora do Brasil. E, comparando com Nova York, Minneapolis, Miami, Londres e Amsterdam, esses já quase seis anos em Portugal foram, sem dúvida, os mais fáceis de levar. A saudade é sempre o pior, mas de resto isso aqui é certamente a nossa segunda casa. Então, para passar um pouco essa ideia, pegamos rapidamente uma câmerazita, aqui (eu e a galera da criação que citei acima) e filmamos um pouquinho do que vivemos (quase) todos os dias nas Terras de Manel. Acho que ficou engraçado, sei lá. Pelo menos dá para ver que estar em Lisboa é a forma mais perto de viver longe. Diogo Mello – diretor de criação da Fischer Portugal
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Aviões do Forró tocando em Portugal? hahahahh Sensacional!
Galera aqui da terrinha cabeça chata vai é longe ein!
Abraço!
– Diego Pavão
Como se diz aqui em Maputo: Maningue Nice!
Qualquer dia envio um vídeo dos brazucas na África!
Abraço!
– Victor Holanda
Diogo, trilha sonora do pior, heim?! quer espantar a concorrência d'além mar? : ) Abrç
– Mario Mandacaru