Carlos Righi, da Fulano Filmes, Neco Schertel, da Zero Filmes, Nílvia Centeno, da Centeno Consultoria, Breno Castro, da Zeppelin Filmes, Marcos Araújo, da Sentimental Filme, e Paulo Schmidt, do Grupo Ink, reuniram-se na sede do Clube de Criação de São Paulo para discutir um tema complexo, mas necessário: as chamadas “mesas de compra”, espécie de intermediário que toma a frente de anunciantes e agências na hora de escolher qual produtora assinará determinada campanha. A discussão contou ainda com participação relâmpago de Krysse Mello, da Fulano Filmes, em depoimento sobre a prática do Leilão Online para compra de serviços de produção. O resultado desse bate-papo você vai ler, na íntegra, em breve, aqui na Pasta Online. Por enquanto, sinta o que vem por aí ouvindo (e vendo) algumas das colocações dos convidados.
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Parabéns a todos pela discussão. A principio concordo com tudo o que foi dito. Gostaria imensamente que as produtoras de som também estivessem participando deste debate. Minha opinião é: da mesma forma que um rtv não está habilitado para avaliar qual melhor parafuso para determinada maquina, alguns profissionais de mesa de compra não tem preparo nenhum para avaliar nosso tipo de trabalho. Minha sugestão é: pedir para as mesas de comprar contartarem profissionais habilitados, com experiência em rtvc, para entenderem a complexidade de determinadas produções e com conhecimento de causa para negociarem conosco!
– Teresa Moranduzzo
Parabéns à Pasta pela iniciativa. Que seja apenas o início deste difícil debate. A mesa de compras é um assunto que tinha que ser exposto em nome de todo o mercado publicitário. Filme não é produto pré-fabricado, de prateleira, que se compra em pregão.
Que sentem também as agências, as produtoras de áudio, os reguladores e, claro, os anunciantes.
– Guga Lemes (Agnelo Pacheco)